13 de julho de 2015

Defender a Petrobrás é defender a educação brasileira.





          Diante das constantes denúncias de corrupção no Sistema Petrobrás coube à categoria petroleira trazer aos jovens, aos estudantes e aos profissionais da educação um contraponto à mídia hegemônica.
               Embora os meios de comunicação de grande circulação destaquem as acusações oriundas da operação Lava Jato e a desvalorização das ações da Petrobrás, jamais em toda história esta empresa produziu como agora! São recordes de produção sendo superados cotidianamente. Mas os ataques à estatal começaram mesmo antes dela nascer, quando o preconceito antipatriótico duvidava da existência de petróleo no país. Uma vez provada essa existência em nosso território, setores elitistas, sob influência de grandes corporações internacionais, alegavam que os brasileiros não seriam capazes de explorar esse valioso recurso natural. Felizmente o nacionalismo venceu e em 10 de outubro de 1953 nasce a empresa que hoje nos enche de orgulho, fruto de empenho genuinamente brasileiro.
              Em pouco mais de trinta anos (1984) a Petrobrás já chegava à produção de 500 mil barris por dia (bpd). Mas a genialidade e dedicação dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras ainda reservava um de seus maiores feitos. A descoberta do pré-sal garantiu em apenas nove anos de exploração (de 2006 a 2015) a incrível marca de 800 mil bpd oriundos de 39 poços situados sob águas profundas. Antes do pré-sal, demoramos quarenta anos para atingir a produção de 800 mil bpd e foram necessários 6.734 poços.
Tamanha façanha rendeu ao povo brasileiro o reconhecimento internacional da nossa imensa capacidade. Não à toa, a Petrobrás é notória referência em prospecção de gás natural e petróleo. As benécias ao nosso povo não tardaram, e a área da educação foi, corretamente, uma das mais contempladas. Em 2013 a presidenta sanciona a Lei 12.858 e com ela destina 75% dos royalties do pré-sal à educação (os outros 25% vão para a saúde). Só em 2014 os Royalties do petróleo ultrapassaram 35,3 bilhões de reais. Além disso, a mesma lei institui o Fundo Social do Pré-sal, sendo que metade deste fundo também é dedicado à educação, com prioridade para o ensino básico. Em 2014 o Fundo já rendeu quase três bilhões de reais.
             Os investimentos na educação não param por aí. Em 2014 a exploração do petróleo foi responsável por 13% do nosso PIB, e de toda riqueza nacional 6,6% foram destinados justamente à educação. De forma audaciosa e estrategicamente inteligente, no Plano Nacional de Educação (PNE) o governo federal traçou a meta de até 2024 chegarmos aos 10% do PIB à educação. Essa evolução de investimentos na educação já está em curso. São infindáveis parcerias entre universidades de todo país, onde se pesquisa, se ampliam laboratórios, estágios, bolsas de pesquisa, cursos técnicos e superiores. Uma verdadeira profusão de conhecimento.
                Não bastasse ser a maior financiadora da educação brasileira, a Petrobrás investe em programas de desenvolvimento e qualificação da força de trabalho que atinge diversos níveis de formação, como o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) que já qualificou cerca de 100 mil trabalhadores. A política de desenvolvimento
de conteúdo local garante mais do que a empregabilidade do nosso povo. Ela fortalece nossa soberania, pois mais do que fomentar a produção de conhecimento entre brasileiros e brasileiras, a estatal oportuniza a aplicação destes saberes, rompendo com a lógica da eterna dependência de tecnologia estrangeira.
           Todo o brilhantismo da Petrobrás atrai os olhos cobiçosos das grandes petrolíferas internacionais, e as tentativas de privatização de setores da nossa empresa voltam a acontecer. Esses ataques vêm de diversas formas: como com o PL 4330, que massifica a terceirização de atividades antes exercidas por petroleiros, minguando com isso os concursos públicos e submetendo os trabalhadores terceirizados (muitos deles estrangeiros) a condições precárias de trabalho. Outro ataque extremamente nocivo aos brasileiros é o que vem sendo proposto no PLS 131/2015, no qual o senador José Serra (PSDB) defende a concessão da exploração do pré-sal à iniciativa privada.
      Diante dessas ameaças a categoria dos petroleiros e petroleiras ratifica seu compromisso com a defesa desse valioso patrimônio nacional e conclama os jovens, os estudantes e os profissionais da educação para todos juntos defendermos a Petrobrás.

Seja pelos milhares de postos de trabalhos gerados pela estatal, seja pela relevância econômica para a nação, seja pelo conjunto de investimentos na educação do nosso povo, tanto a Petrobrás como monopólio da exploração do pré-sal, devem ser defendidos como quem defende o passaporte para um futuro próspero.


Defender a Petrobrás é defender a educação. É defender o Brasil!

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