23 de fevereiro de 2010

III Conferência Nacional do Esporte - Por um time chamado Brasil!


Uma novidade vem movimentando as atividades do Ministério dos Esportes! Não, não estamos nos referindo as Olimpiadas, nem a Copa, que vem sendo tão comentadas e esperadas por todos nós Brasileiros. A novidade em questão é a III Conferência Nacional do Esporte, que assim como as tantas outras conferências realizadas sobre os mais diversos assuntos, tem como objetivo criar uma realidade de debate democrático, estendido a todos aqueles que se interessam sobre o futuro do assunto em questão.
O lançamento da Conferência aconteceu nesta quinta-feira em Brasília, e contou com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva, do secretário executivo e presidente da conferência, Wadson Ribeiro, do secretário nacional de Juventude, Beto Cury, de membros do Congresso Nacional, além de autoridades estaduais e municipais. As etapas municipais e regionais ocorrerão no periodo compreendido entre 1º de fevereiro a 11 de abril. As estaduais de 1º de março a 5 de maio, e a anual de 3 a 6 de junho em Brasilia.

Para entender melhor, nós da UPE, conversamos com Ricardo Gomyde, assessor especial do Ministro do Esporte, Orlando Silva. Segundo Gomyde, esta conferência se torna especial perante as anteriores, devido a eventos como Olimpiadas, Copa do Mundo e Jogos Mundiais Militares vir a serem realizados no Brasil. O tema adotado pela conferência “Dez pontos em dez anos para projetar o Brasil entre os dez mais”, explica perfeitamente as perspectivas da conferência, já que com os eventos de grande porte citados anteriormente, a realidade de transformar o Brasil em 10 anos,em no mínimo a 10ª potência do esporte Mundial fica cada vez mais próxima.
Gomyde também frisa a importância da participação dos universitários, já que muitos interrompem suas atividades esportistas ao entrar na universidade. Além do motivo da falta de incentivo e espaço destinado ao esporte, outro fator que causa este abandono, é o fato de muitos precisarem utilizar este tempo para o trabalho, por exemplo, para poder pagar a faculdade. Como solução a isto, os universitários deveriam ampliar o debate de bolsas em universidades para atletas que se destacam, assim como acontece em muitos países. “O estudante tem que mergulhar no processo democrático e aberto. Isto é fundamental para o crescimento do esporte universitário no país.” Afirma Gomyde.


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